Oscar Porto da Medtronic, Moacyr Bighetti da Medecell do Brasil, Marcelo Sousa da Bright Photomedicine, Marcio Coelho da Johnson & Johson Medical Brasil e Maria Carla Abdo da ThermoFisher.

Têndencias das empresas multinacionais da saúde

O painel de encerramento do Health 2.0 no Hospital Innovation Show terminou com os convidados  Maria Carla Abdo da ThermoFisher, Marcio Coelho da Johnson & Johson Medical Brasil e Oscar Porto da Medtronic.

Para começar a discussão, Marcelo Sousa apresentou a Bright Photomedicine, que é uma empresa que visa proporcionar saúde e bem-estar através da Fotomedicina. O primeiro produto é o Light-Aid®, um curativo portátil e flexível que utiliza a luz de led para a redução e bloqueio da dor crônica, comprovadamente tratável por fototerapia nos parâmetros adequados e dosagens adequadas para cada caso. “Os resultados da utilização do produto são 75% da redução da sensação da dor, 50% recuperação mais rápida dos pacientes pós operatório e eleva cerca de 95% qualquer dia de dor”, diz Sousa.

Em seguida o Moacyr Bighetti explicou a Medecell do Brasil, a qual criou e desenvolveu o TANYX ®, um produto inovador que utiliza a tecnologia TENS (Neuroestimulação elétrica transcutânea) para aliviar ou eliminar a dor. Um produto descartável, auto aplicável, descartável, fácil de usar, o qual possui estudos clínicos comprovando sua segurança e eficácia. Bighetti afirma que o TANYX é não tem efeitos colaterais, risco de overdose e interação medicamentosa.
Após reunir todos os membros para compor a mesa, o Vitor Asseituno, CEO da Live Healthcare Media questionou os convidados sobre as maiores tendências da tecnologia daqui a 5 anos na empresa de cada um.

Para Carla um dos maiores impactos é tornar as novas tecnologias mais simples, rápidas, fáceis, acessível e baixos custos na melhoria da área de câncer. De acordo com o Márcio, o desafio mundial é o aumento de necessidades de soluções médicas para o aumento da população idosas e com isso aumenta a demanda mais do que a oferta, resultando em maiores custos para investir em tecnologia afim de melhorar a produtividade. Oscar relata que há vários buracos para serem preenchidos seja na área de diagnóstico, acesso, medicamentos e disponíveis para todos.

Por fim, Vitor provocou a plateia a refletir sobre qual tipo de tecnologia pode fornecer para os prestadores. Marcelo conclui que “estamos em um momento de empoderamento das pessoas em que o conhecimento coletivo é maior que o conhecimento unificado. Então, eu acredito num futuro de equipamentos abertos para unificação dos próprios usuários e aberto para algum tipo de controle de implementação, acréscimo, alterações pelos pacientes, médicos, gestores de hospital”.

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